Demissão coletiva

Alegando “grave incompatibilidade de entendimento dos membros” com a “manifestação enviada pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal”, um grupo de Procuradores responsáveis pelos desdobramentos da Lava-jato, maior operação de combate às fraudes contra a máquina pública já deflagrada no Brasil, decidiu pedir afastamento das atividades na PGR.

Embora em segredo de justiça, o pedido coletivo acontece horas depois de Raquel Dodge, chefe da PGR, ter pedido o arquivamento de trechos da deleção de Léo Pinheiro que envolviam o presidente da Câmara Rodrigo Maia e o irmão do ministro Dias Toffoli

Os procuradores encerram o texto dizendo: “Foi um grande prazer e orgulho servir à Instituição ao longo desse período, desempenhando as atividades que desempenhamos. Obrigada pela parceria de todos vocês.
Nosso compromisso será sempre com o Ministério Público e com a sociedade.”
A mensagem é assinada pelos procuradores Raquel Branquinho, Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Hebert Mesquita,Victor Riccely e Alessandro Oliveira.

FATO 1 : Uma parte do judiciário brasileiro não gosta da Lava Jato e sabemos muito bem as razões.
FATO 2: Muitas e muitas vezes o STF age na contramão do que anseia a sociedade brasileira.
FATO 3: Raquel Dogde teve como principal apoiador o ministro Gilmar Mendes, ferrenho opositor da Lava Jato.

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