O débito da Governadora com Mossoró cresce a cada vida perdida

A data era 30 de março de 2020. A Governadora Fátima Bezerra realizou uma teleconferência com a prefeita Rosalba Ciarlini e membros do Comitê de enfrentamento à pandemia.

Naquela ocasião, a governadora prometeu a instalação de 170 leitos em Mossoró, dos quais 70 de UTI para combate ao coronavírus, os quais:

  • Hospital Regional da Polícia Militar – 25 leitos de enfermaria e 4 de UCI
  • Hospital Regional Tarcísio Maia – 20 leitos de UTI e 7 de UCI
  • Hospital São Luiz – 20 leitos de enfermarias e 20 de UTI
  • Hospital Rafael Fernandes – 18 leitos de UCI
  • Casa de Saúde Dix Sept Rosado – 10 leitos de UTI e 40 de UCI
  • Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – 10 leitos de enfermarias

Até o momento, 30 de abril, apenas 10 leitos foram entregues, no Hospital Tarcísio Maia, e isto graças a ajuda de empresários que fizeram doações.

Enquanto isso, Mossoró chega a 14 óbitos e a Prefeitura, sozinha, tenta garantir estrutura suficiente para toda região oeste, já que Mossoró e cidade polo e recebe pessoas de várias cidades.

É preciso parar de achismos e agir logo, pois vidas estão em jogo. As prefeituras sozinhas não comportam tal magnitude do problema e a governadora não só deve, como precisa dar soluções.

O débito da Governadora com Mossoró cresce a cada vida perdida.

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